Entrevista – Dra. Cláudia Taborda

1- O que o levou a escolher esta profissão?

Escolhi esta profissão pela possibilidade de ajudar o próximo, muitas vezes somos o primeiro profissional de saúde a quem os utentes recorrem.

2- Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na Farmácia.

Um dia um senhor (40 anos mais ou menos) veio levantar uma pomada que habitualmente fazia para a psoríase. Perguntou-me se tinha alguma explicação científica para o facto de estar a aplicar molho de frango assado na pele e as lesões estarem a melhorar, e se eu sabia se experimentasse carne de porco ou de vaca se também teria bons resultados! (Não tenho justificação para este fenómeno)

3- Se pudesse ajudar qualquer pessoa do mundo quem seria? E porquê?

Ajudaria todas a vítimas de violência doméstica ou violência no namoro, quer seja a mulher ou o homem a vítima. Em pleno século XXI já não devíamos ter conhecimento destes casos, o respeito nas relações não passa por violência.

4- Se não fosse farmacêutico o que gostaria de ser?

Gestora, dado que os meus colegas dizem que pertenço à liga dos forretas.

5- Defina a Farmácia Central do Cacém numa frase.

Profissionalismo e inovação numa só farmácia.