Entrevista – Dra. Margarida Andrade

1- O que o levou a escolher esta profissão?

Sempre foi meu objetivo estar ligada à área de saúde. Gosto do contacto com o público e de me sentir útil. Para mim é um prazer ajudar no bem-estar da população, e não me imagino a fazer outra coisa, porque o que faço é o que realmente gosto e me completa enquanto profissional.

2- Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na Farmácia.

Uma história engraçada… É inacreditável os recipientes em que as pessoas trazem a urina para os testes de gravidez. Já vi de tudo, desde caixas de palitos e frascos de acetona ou iogurte. O mais incrível, nestes anos todos, foi o recipiente amarelo onde vem a surpresa do ovo kinder.

3- Se pudesse ajudar qualquer pessoa do mundo quem seria? E porquê?

Família e amigos próximos. Porque eles estando bem, eu estou bem, e podendo ajudar, eles seriam os eleitos, podendo assim retribuir da melhor maneira tudo o que fazem por mim.

4- Se não fosse farmacêutico o que gostaria de ser?

Realmente faço o que gosto e não me imagino a trabalhar noutra área ou a desempenhar outra profissão, mas se tivesse que optar por outra via profissional a minha escolha recairia, por exemplo, sobre inspetora ou hospedeira de bordo. Inspetora porque me considero uma pessoa observadora, rigorosa e perspicaz. Hospedeira de bordo porque não nego o gosto pelas viagens.

5- Defina a Farmácia Central do Cacém numa frase.

Farmácia Central é inovação, criatividade, uma segunda família que contribuiu para o meu crescimento pessoal e profissional!