Entrevista – Dr. Raúl Peixoto

1- O que o levou a escolher esta profissão?

O profundo gosto pela biologia e porque gostava de química (até passar pela disciplina de química orgânica…).

2- Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na Farmácia.

Um certo dia veio um senhor à farmácia e pediu um xarope para tosse produtiva. Aconselhei o xarope e disse ao senhor para fazer uma colher de sopa três vezes por dia durante cinco dias.
Cinco dias depois, o senhor voltou à farmácia resmungando que o xarope nada lhe fez e que, ainda por cima, teve que comer uma sopa. Fiquei, então, a saber que o senhor confeccionou uma sopa e verteu o xarope lá para dentro, tomando uma colher da “sopa” 3 vezes ao dia.

3- Se pudesse ajudar qualquer pessoa do mundo quem seria? E porquê?

Para lá do óbvio (os meus filhos e os meus pais), tenho prazer genuíno em ajudar quem o faz por merecer.

4- Se não fosse farmacêutico o que gostaria de ser?

Dentro das “ciências humanas”, sempre tive um gosto pela etnografia/história/arqueologia. Francisco Martins Sarmento e Leite de Vasconcelos são mestres, para mim. Um dia gostaria de cursar nesta área.
Nas ciências (propriamente ditas), a minha paixão sempre foi a biologia. Por isso seria biólogo, provavelmente no ramo da microbiologia.

5- Defina a Farmácia Central do Cacém numa frase.

A sua farmácia do século XXII.