Entrevista – Dr. Rui Miranda

1- O que o levou a escolher esta profissão?

Sempre soube que queria algo relacionado com saúde, surgiu a oportunidade de trabalhar na farmácia e agarrei-a. Hoje não me arrependo e faço o que gosto por paixão, contudo devido à minha tenra idade, estou sempre aberto a novas propostas.

2- Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na Farmácia.

Um cliente entra na farmácia muito aflito, indignado até, não estava conformado com o teste de gravidez positivo, atribuído por mim, à sua esposa na mesma manhã. Explicou-me exaustivamente que a esposa tomava a pílula e que não compreendia como ela podia estar grávida, até porque se ela se esquecia de tomar o dito comprimido, ele tomava-o para que não houvesse falhas.

3- Se pudesse ajudar qualquer pessoa do mundo quem seria? E porquê?

Se pudesse ajudar alguém com certeza que seria a minha família e amigos mais próximos porque é a eles que devo o que sou e as alegrias que me proporcionam.

4- Se não fosse farmacêutico o que gostaria de ser?

Árbitro de futebol, porque apesar de não ter conseguido conciliar este meu gosto e verdadeira paixão com a farmácia, é algo que recordo com muita nostalgia e que gostei muito de fazer.

5- Defina a Farmácia Central do Cacém numa frase.

Mais do que uma segunda casa, uma segunda família.